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MADEIRA CERTIFICADA É NEGÓCIO DE OURO NO BRASIL

Que os créditos de carbono podem estimular a preservação das florestas é de notório saber, mas que esses ganhos podem ser potencializados com o Manejo Florestal Sustentável é a novidade que tem atraído alguns proprietários de áreas no bioma Amazônico à elaboração de projetos sustentáveis, no contexto da Economia de Baixo Carbono.

Os Projetos de Crédito de Carbono estimam a biomassa estocada nas floretas e, a partir deste ganho ambiental, advindo da preservação florestal, são gerados créditos que podem ser comercializados em mercado específico. Contudo, quando acrescidos do Manejo Florestal Sustentável, ocorre a administração da floresta para obtenção de benefícios econômicos, sociais e ambientais, respeitando-se os mecanismos de sustentação do ecossistema.

O Manejo Florestal Sustentável é uso da floresta para obtenção de múltiplas espécies madeireiras, de múltiplos produtos e subprodutos não madeireiros, bem como a utilização de outros bens e serviços florestais, obedecendo às normas ambientais vigentes. Para que o Manejo Florestal Sustentável atenda aos objetivos do desenvolvimento sustentável, é necessária a elaboração do Plano de Manejo, documento técnico que estabelece o zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à sua gestão.

No mundo há cerca de 1,6 bilhões de hectares de florestas que são manejados de forma sustentável, segundo dados de 2010 da Food and Agriculture Organization of United Nations (FAO). O Brasil possui destaque no mercado de madeira, caminhando no rumo certo ao Manejo Florestal Sustentável.

Em 2009, na Amazônia Legal existiam 2.227 empresas madeireiras em funcionamento. Aproximadamente 66% eram serrarias e 18% eram microsserrarias. As beneficiadoras somaram 8%, as laminadoras/faqueadoras somaram 6% e as fábricas de painéis somaram pouco menos de 2%. Essas madeireiras extraíram em torno de 14,2 milhões de metros cúbicos de madeira em tora, que resultou na produção de 5,8 milhões de metros cúbicos de madeira processada. Isso representou um rendimento médio de processamento de 41%. A maioria (72%) dessa produção era madeira serrada com baixo valor agregado (ripas, caibros, tábuas e similares). Outros 15% foram transformados em madeira beneficiada com algum grau de agregação de valor (pisos, esquadrias, madeira aparelhada, etc.); e o restante (13%), em madeira laminada e compensada (SFB & IMAZON, 2010).

Neste contexto, a importação da produção madeireira no Brasil tem destino certo à exportação. Os principais mercados são

Para saber mais:

http://www.florestal.gov.br/documentos/publicacoes/2230-boletim-snif-producao-florestal-2016/file